Lalaquita,
É engraçado como o Universo nos responde as questões, muitas vezes não formuladas, não sonhadas, não programadas. Você sabe o que aconteceu através de uma conversa curta que tivemos hoje, onde, cogitamos a idéia de um mundo injusto. Usei a palavra "unfair", que me levou a outro pensamento, que me levou a tomar uma ação que responde muito o que você acabou de me expor.
Pois bem, o injusto inglês que vai te receber na terra da rainha, te respondeu muita coisa desde que te liguei hoje a tarde. O que mais me deixa atônito é como o Universo (danadinho) conspira contra ou ao nosso favor. E sabe porquê? Porque ele sabe que somos livres e temos escolhas. Sabe que podemos escrever nossa própria história, nos ajudando de vez em quando nessa busca por nossos objetivos.
Na minha opinião, você fez bem em não ir. As coisas tem que ser conquistadas. Ele não conseguiu te conquistar dessa vez. E você tem toda razão. Se me falarem, "Olha, vai ter um churrasco amanhã, com tudo o que você gosta e você TEM que comparecer devido a uma condição social estabelecida por mim" (o que pode ser várias coisas). Realmente perde a graça. Por isso que o espontâneo é lindo, é natural, é conquistador, mas já estou fugindo do que queria falar.
Agora deixando um pouco de lado as concepções, as definições, as metáforas, não devemos ser nem egoístas, nem altruístas, porque ambos nos traz prejuízo. Aliás, por isso que insisto que devemos deixar os conceitos e o dicionário de lado, porque tudo foi criado no intuito de descrever algo não natural, algo que foje da música que é executada dentro de nós. Devemos sempre escutar essa música e ver o que ela nos diz. Você tem um lado seu, próprio, original de ser. Você não tem medo de colocar sua posição e é isso que encanta e encoleriza aqueles que são escravos de convenções, de dogmas, de preconceitos etc.
Continue colocando sua posição sem medo de errar. Podemos descordar da fé de outrém sem precisarmos combater esse outrém.
No final das contas, elegantemente, ele vai ver que você não precisa dele, embora ele tenha as obrigações de pai com você.
Fico aliviado por você não ter perdido sua originalidade de ser. Você é única, incomparável e assim deve ser.
Um grande abraço
Fábio
FL
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Opiniões.
Pronto, Fabio, finalmente um post descente. Nem adianta ficar me cobrando... quase não fico com a internet, e quando pego não me vem nada à cabeça. Mas já sei o que fazer. Resolvi esse problema. Sabe o Word? Pois é... hauahuahau. Ele grava tudo! E depois é só postar! Como fui deixar isso escapar? (sei, sei, vai falar que é culpa do Bruno... não é.)
Mas vamos ao assunto que me ocorreu hoje. Por que a “necessidade” falsa de precisarmos ter uma opinião para tudo quanto é coisa? Até para aquelas que não sabemos se é verdade ou não? Tipo destinos, coincidência, e etc. Muita gente me pergunta o que eu acho do destino. Acho que não devo achar nada sobre ele, porque nem sei se é real. Isso frustra. Ninguém nunca vai saber se é real ou não.
Tudo bem que uma pessoa de opinião é uma pessoa ótima para se dialogar. Mas, forme opiniões que façam diferença, assim não será vã. Às vezes até mesmo contribuem para algo significativo... tipo uma luta contra algo errado.
E, aliás... não mudando MUITO de assunto, preciso de uma opinião sua. =D E essa não será vã, pode acreditar. Me ajudará. Então, prepare-se!
Contei pra você que eu contei pro meu pai sobre o Bruno... Partindo disso, depois de muito tempo meu pai me chamou (intimou) pra ir pra uma chácara com ele, minha madrasta e a família dela. Acontece que sempre que ele intima, eu perco a graça. Você deve ter percebido que sou teimosa, e isso é que move meus desejos às vezes, a teimosia. Poderia no início ser a coisa mais gostosa do mundo, mas a partir do momento que passa a ser FORÇADA, fica chata. Meu pai parte do pretexto de que tudo que fazermos juntos, se ele me forçar eu não vou. (!!!)
Então... eu disse que não queria ir na chácara e ele, depois de umas duas tentativas minhas, disse que eu podia ficar com minha mãe. Lógico que eu sabia que haveria conseqüências, já que nada do que ele faz é gratuito. (E isso o torna uma pessoa egoísta, só para constar.) Meu irmão voltou no domingo e desde que eles foram eu não falei com meu pai nenhum dia... O Gabryel passou pra mim que meu pai não ia mais dar minha festa, e que eu perderia várias coisas. Minha mãe acha até que ele não vai pagar mais o curso, embora eu ache que vá, porque quem cuida das finanças é a Fabiana (madrasta). Depois disso tudo, minha mãe quer que eu vá passar uma semana com meu pai nessas férias, porque estou sendo egoísta fazendo o que quero. Vem ela e me joga isso, deixando parecer eu a culpada por tudo o que há. Acontece que eu sou TEIMOSA, e se eu fosse lá, seria uma derrota. Ficaria parecendo que quero voltar atrás no que aconteceu só pra ele me dar a festa, pagar meu curso e a pensão, coisa que é OBRIGAÇÃO dele. (a pensão... o curso ele só comprometeu-se a bancar).
Quando olho a situação de fora, como se fosse um filme, vejo o quão absurdo é o que meu pai faz, e que se realmente fosse num filme, eu estaria torcendo para que ele fosse preso e etc. Mas ele é meu pai, e eu não desejo isso pra ele. Desejo que haja justiça, mas que todo mundo finalize bem seu show, que apesar dos erros de repertório, todos terminem felizes.
Isso contribui muito pro meu futuro, Fabio, e se eu não tivesse passado por tudo isso, acho que me contentaria com uma vida sem ambição. Mas sou ambiciosa, e almejo tudo o que a vida pode me dar de bom. Claro que devo merecer...
E é isso. Preciso da sua opinião quanto a tudo isso que eu disse. Sobre o que devo fazer... ser egoísta ou altruísta.
EU acho que meu pai e o Bruno deveriam se conhecer. Só assim meu pai poderá confiar um pouco mais em mim... mas tudo tem reticências. Nunca sei se pode ter um ponto final, se posso realmente concluir minha opinião. Isso não era pra ser tão complicado... e não sei se é ou não exagero da minha parte. Deve ser. Li que nessa fase tudo é muito intenso. Que droga. Podíamos passar logo de crianças pra adultos, sem o meio-termo. Meio-termo é péssimo. Nem diz sim nem diz não. Fica exatamente no MEIO. Que graça tem o meio?!
Certo, estou fazendo drama. Estou esperando a opinião, seu Fabio. E se não responder quem vai ficar brava por não atualizar o blog serei eu, ok?! Rum.
Ahuahuahauhauah
Beijos, lalaquita =D
sábado, 9 de abril de 2011
Bullying
Estou perdida. Peça de teatro na escola sobre bullying, mil ideias, mas quase nenhuma possibilidade. O que fazer?
domingo, 20 de março de 2011
o Bruno...
Algo que há três anos eu desconheço ou eu conheço, não sei. Não me agradou, me agradou ? Não sei. Haveria um bate papo, um quiz, um dilema, um esquema. Não conheço o Bruno. Será que houve uma química ? Eu tenho essa química? Eu aprovei a química ? Acho que não. Parece que não. É a primeira vez que ouço falar do Bruno... não do alemão Brüno... é sem o pontinho mesmo, sem o Umlaut, coisa de alemão, desinteressado, interessado, moderno, depravado. Não, não o Brüno. Não sei. Vamos ver. Será necessário uma análise primeiro, porque não se esperava o "algo" do meu mundo onírico onde lalaquita passeava e comentava. Não acreditei de início, mas, bruno é bruno e Brüno é Brüno. Vamos ver. Coisas que mudam sem a gente perceber. Quando vemos, já somos e não tem como ser o "éramos" mais. ok Bruno. Vamos ver. Vamos ver...
sábado, 19 de março de 2011
Bruno =D
Hm, o Bruno.
Ele é... mais do que um amigo. Nos conhecemos há três anos mais ou menos, da igreja. Houve um tempo em que ele parou de ir, outro em que eu parei de ir... mas então voltamos a nos ver, pois voltamos a ir na igreja. Depois parei novamente, e então ele me convidou para ir com ele comprar uma camiseta pro ano novo. Precisava de uma opinião feminina (ahaaam, ele tem duas irmãs e um bom gosto pra roupa). Mas tudo bem, íamos realmente só como amigos. Isso foi a três dias do ano novo. E, aconteceu algo...
Ótimo. Tudo o que eu não precisava era de um homem. Mas tudo bem, acabei me organizando bem, já que a escola não está tão difícil assim e ele não toma muito do meu tempo. Até menos do que eu gostaria.
Tenho muitas dúvidas quanto ao que fazer com ele... estamos simplesmente deixando a vida levar.
Mas eu realmente gosto dele. E, incrível, ele também gosta de mim. Nunca pensei em nós como um "casal" (odeio ficar usando esses substantivos... é tão estranho)
Bem, é só o mínimo do que tenho a falar sobre o Bruno.
Se quiser a ficha técnica, passo-a com prazer =D
Ele é... mais do que um amigo. Nos conhecemos há três anos mais ou menos, da igreja. Houve um tempo em que ele parou de ir, outro em que eu parei de ir... mas então voltamos a nos ver, pois voltamos a ir na igreja. Depois parei novamente, e então ele me convidou para ir com ele comprar uma camiseta pro ano novo. Precisava de uma opinião feminina (ahaaam, ele tem duas irmãs e um bom gosto pra roupa). Mas tudo bem, íamos realmente só como amigos. Isso foi a três dias do ano novo. E, aconteceu algo...
Ótimo. Tudo o que eu não precisava era de um homem. Mas tudo bem, acabei me organizando bem, já que a escola não está tão difícil assim e ele não toma muito do meu tempo. Até menos do que eu gostaria.
Tenho muitas dúvidas quanto ao que fazer com ele... estamos simplesmente deixando a vida levar.
Mas eu realmente gosto dele. E, incrível, ele também gosta de mim. Nunca pensei em nós como um "casal" (odeio ficar usando esses substantivos... é tão estranho)
Bem, é só o mínimo do que tenho a falar sobre o Bruno.
Se quiser a ficha técnica, passo-a com prazer =D
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